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domingo, 12 de outubro de 2008

Amarre o cadarço II

O muleeke esteve sempre certo dentro dos princípios ensinados. Foi zeloso e atencioso. Claro que o "pé do berimbau" é um espaço de jogo (ou não?). O cadarço estava realmente solto, mas era curtinho e sequer tocava o chão, portanto não oferecia perigo de por exemplo, o outro jogador ou jogadora pisar propositalmente num cadarço grande a ponto de me derrubar ou imobilizar. Na verdade é esse o grande perigo: o de alguem pisar de maneira esperta em seu cadarço, ou até voce mesmo e tropeçar. Já vi gente inclusive desamarrar o seu proprio cadarço para amarra-lo logo em seguida lá no "pé", e na saida do jogo tirar alguma vantagem, dependendo da estrategia... só precisa que seja planejado. Eu sinceramente prefiro sapatos que nem tenham cadarços. O pequeno Ricardinho,7, de quem já falei em outra postagem, sabe o perigo. Outro dia chegou lá com o rosto ralado e tinha sido exatamente por isso: foi correr e pisou no cadarço solto e caiu de cara...
Varios motivos podem levar o berimbau a te chamar ao pé dele. Posso contar alguns: jogo feio e truncado pode ser chamado para uma "mudança conceitual"; golpe na hora errada; jogo desleal e violento; camiseta fora da calça; cabelo desamarrado que esteja atrapalhando a visão da pessoa; quando o jogo vai muito rápido enquanto o ritmo está lento e amarrado; porque está na hora de acabar o jogo mesmo; para outras mandingas... tenho certeza que voces sabem de outros motivos.
Então, para concluir, relembro das vezes que já vi mestres utilizando do artificio de pisar no cadarço do outro para depois aplicar-lhe uma cabeçada. Assim como já vi tambem fazerem com o cordel de regionais e até com os dreads de rastafaris... Se liiiiiiiiguem!

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